
Seus olhos eram pequenos, de um brilho tão intenso! Sorriso nos lábios. Pequena criança, capaz de demonstrar cuidados. Mesmo quietinha, calada, era digna de dias bonitos! Ela acordava para dentro, e assim permaneciam suas conversas e sorrisos. Acreditava que poucas pessoas mereciam tamanha sinceridade. Sombras não à atingia. Era tudo tão claro, tão límpido.
Naquele instante existia somente o pinguim e ela, os dois ali, lado a lado, casualmente se entendendo. Era meigo, bonito, havia fé! Naquele momento podiam ver colorido. Olhinhos meigos, gestos incontestáveis, mãozinhas ao ar. Nada em volta merecia tamanho destaque. Um amor infantil e puro. Como naqueles tempos em que se mediam sentimentos.
Se entendiam. E a simplicidade com todo cuidado tomava conta do lugar.
Aquela árvore, aquele muro.
E sim, aqueles dois.
- A menina e o pinguim!
( 04/08/2009 )
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