terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

uma ilha, por favor!



"Todos os seres humanos são imperfeitos, até mesmo o homem do lado de fora do meu apartamento que joga lixo na rua. Quando era jovem, eu queria ser outra pessoa, qualquer pessoa, menos eu. Dr. Bernard Hazelhof disse que se eu estivesse em uma ilha deserta, então eu teria que me acostumar comigo mesmo. Só eu, e os cocos. Ele disse que eu teria que aceitar os meus defeitos e tudo mais, e que nós não escolhemos nossos defeitos. Eles são uma parte de nós e temos de viver com eles."


 (Max Jerry Horowitz)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012




"E eu não tenho ninguém pra ligar na madrugada, dizer que está doendo pra caralho, pedir para vir me ver. Ninguém para atravessar a cidade por mim."

Alguém me pergunta como estou...

"O que importa, é que mais nada importa! 
E essa melancolia misturada com tristeza, é tao demodê.
Sempre tenho milhares de coisas em mente para dizer aos ventos, ou escrever aqui. Porém é tão mais fácil tentar ocultar tudo, com palavras menos agressivas. Me pergunto frequentemente o que ganho com tantas sessões de terapia, já que as piores partes, fico engasgada e não consigo contar a ninguém. Quantos remédios estou tomando? 
Quantas pessoas estão perdendo tempo comigo? Certa vez alguém me disse que as pessoas são cercadas de energia, e relações são trocas das mesmas, sendo assim me sinto quase um sanguessuga (um bicho nojento, parasita, do qual eu tenho pavor).
Boa especificação para mim mesma!
Tenho 19 anos e um nome, o que não significa nada.
Tenho aversão as pessoas, aos lugares, ao convívio.
Eu queria mesmo é ser um pássaro!"

... 
e como de costume repito: BEM! 
EU JÁ PASSEI ALGUNS DISSABORES NA VIDA PROFISSIONAL por me esquecer de falar o óbvio. O óbvio é aquela coisa que a gente acha que, por ser tão óbvio, todo mundo já sabe. Só que não é bem assim. Ha alguns anos, eu trabalhava na empresa líder do ramo de batatinhas fritas. Nosso produto tinha uma liderança enorme e folgada, coisa de 70% do mercado. Um dia lá, um concorrente resolveu escrever no pacotinho de batata dele esta frase: Não contém colesterol’. Não passou uma semana e meus gerentes pelo Brasil afora começaram à me ligar para perguntar se nós também não poderíamos fazer uma batatinha frita sem colesterol. E eu respondi que nossa batata não tinha colesterol. Era óbvio. Batatas são fritas em óleo vegetal, e óleo vegetal não tem colesterol. Só gordura de origem animal tem colesterol. Mas o que era óbvio para mim não era óbvio para o consumidor. As vendas começaram a cair até que um dia eu me rendi ao óbvio. E pedi para escrever bem grande no pacotinho: “Totalmente sem Colesterol”. E aí as vendas voltaram ao normal. Os meus gerentes até escreveram elogiando o sabor da nova batatinha sem colesterol, sem acreditar que a batatinha era a mesma de sempre. Daquele dia em diante, eu aprendi que boa parte dos mal-entendidos e dos desencontros em empresas acontece porque alguém achou que não precisava ficar repetindo todos os dias o que todo mundo deveria estar cansado de saber. Mas, por que estou dizendo tudo isso, já que tudo isso é tão óbvio? Exatamente por isso.


(A importância de dizer o óbvio - Max Gehringer)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Corpos quentes, olhos brilhando e a alma contente.
Assim demonstram todos vocês, idiotas.
Por favor, fiquem lá fora!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

inconstant

Não quero mais falar sobre amor.

Você não merece qualquer coisa do tipo, você não merece nada que venha de mim. Tenho buscado minha paz, e não me dê a sua como obrigação. Ninguém precisa de migalhas para sobreviver, baby! Não, o problema não é você. Eu poderia até utilizar esta típica desculpa, de quem não assume suas próprias consequências, e tenta fugir dos malditos julgamentos. Mas não espere que eu amenize tuas dores. Também não espere que eu te aponte um caminho, estou sempre fugindo e acabo encontrando a mim mesma. E nesse momento tento me ajudar, sei que você estará em segurança. Eu desacreditei das pessoas e todos os seus sentimentos, pouco me sobrou.

Agora segue teu caminho, e não me queira nele.
Guardarei tua lembrança comigo!

Não, talvez agora você não entenda. Mas assim será melhor.

I hope you find it, cause i could not find it in me ♪