terça-feira, 24 de julho de 2012
ah, se eu pudesse.
E como pode alguém depois de tanto tempo, ainda existir em mim? Bastou apenas um início de lembrança, e pronto. Aquela vontade de te encontrar, e assim como nos velhos tempos, enxergar além do seu olhar. Sua feição e aparência sempre tão fechadas, mas seus olhos, esses sim sempre foram a porta de entrada ao seu interior, e como era confortante estar lá. Em livros e músicas nos confrontamos tantas vezes. Você sempre dizia que era preciso que ouvíssemos "o som do silêncio ". Nesses tempos onde ninguém discorda do que já é pronto, questionávamos a nós próprios. Com certa nostalgia, me apego a detalhes. E mais uma vez, infinitamente distante, me apego a você.
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