sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Se ninguém entender. Entendo.

Na área, um sofá, uma televisão que fala só, a que ponto cheguei, desabafar com uma caixa falante. Olho pra cima e vejo o teto, uma luz, mas não ainda a saída disso tudo. Adiante uma opção de fuga - o céu - e tem árvores no caminho, tão belo, chamativo, com satélites reluzentes a me convidar, mas sem nenhum sentimento. Não quero, não vou!
Olho pra baixo então, ao lado do meu pé, meu querido cachorro, ah querido, isso sim que é companheiro, além de ouvir as reclamações dos meus demônios interiores me incentiva a seguir. No celular nenhuma novidade, minhas costas doem. Um peso inexplicado paira sobre mim.
Tão estúpidos tem sido esses dias, que creio ter perdido minha lucidez. Durmo muito para adiar uma coisa qualquer, ou não durmo nada a espera da mesma. Que coisa é essa? Sei lá.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Daí-me sabedoria para que eu entenda o que se passa, e muito equilíbrio, o que muitas das vezes me falta. Que tudo deixe de ser nada, e meus sentimentos saiam da cabeça.
Que me reste a FÉ apesar tudo, aliás que eu apenda a tê-la primeiramente. Ei sonhos, estejam aqui para mudar meu rumo, meu mundo, mundo cão. As pessoas, preserve-as ao meu lado. Mas não todas, apenas aquelas que sejam dispostas a estar comigo quando o sol se pôr. Por onde quer eu passe, guardai-me. Esteja livrando-me do passado amargurado, deixando as boas lembranças, para a construção de um futuro quem sabe melhor. Enfim, que eu saiba caminhar ao encontro de mim mesma. E que isso seja bom.