quarta-feira, 19 de agosto de 2009

As vezes não sei o que me acompanha, tenho medo de ser só vertigens!

Ninguém é tão perfeito a ponto de nunca ter sentido vontade de sair correndo, jogar tudo pro alto e desafiar o mundo. Correr atrás dos seus maiores desejos e dizer a todos que duvidaram:
“ EU CONSEGUI”.
O estranho é que quase nunca criamos coragem pra dar o primeiro passo, achamos mais fácil desistir de nossas crenças e colocar a culpa naquele que passar à nossa frente. Eu sou assim, tenho um gigante receio do mundo, apesar de não deixar isso claro. Paro para refletir as velhas ilusões e me deparo com os monstros que um dia me impediram de seguir adiante, mas hoje não me assustam como antes.
O melhor então seria escutar meu coração e ir em frente?!
Para completar nunca sei o que se passa no meu coração. Ele foge a todas as regras, quer sempre pular do lugar mais alto (por isso se machuca tanto). Tento decifrá-lo, mas ele está no escuro aos pulos! Não admito isso, mas não posso controlar. O que me resta é a esperança que um dia ele cairá na real. Verá que arriscar no escuro é perigoso, e a luz é o mistério que ele tem que tentar desvendar.

domingo, 16 de agosto de 2009

Bravo coração

Qual o seu limite?
Brigas, desavenças, falsidade, desilusões, a VIDA!
É caro amigo coração você tem que ser forte, aguentar tudo isso e ainda ter forças para pulsar esperanças não é para qualquer um. Há coisas que ultrapassam a muralha imposta por mim
afetando-te diretamente. Ouço seus cacos!
Perdoe-me se afastei-te daqueles que tanto amou, apenas queria te proteger.
Fui egoísta, reconheço!
Pensei apenas no meu medo, no meu receio do mundo. E me esqueci o principal:'você guarda o mundo em mim'.
É chegamos ao foco, eu tenho medo de você bravo coração!
De sua força e energia para recomeçar, pois não consigo segui-lo.
Então só me resta parar um instante e adimirá-lo.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

A crônica

Acordei pela manhã, exatamente às 6 horas, e comecei a me arrumar para ir ao colégio. Tomei banho, escovei os dentes, vesti o uniforme, arrumei o cabelo e por fim calcei o tênis. Tudo indicava que as aulas seriam como sempre, monótonas, onde os professores aplicariam atividades do livro e eu não faria, porque sempre deixo para fazer em casa.
Mas quando a professora de português entrou na sala, com seus livros na mão, e nos olhou, algo me dizia que a aula teria que ser levada além, um além distante ou talvez universal, porém naquele momento eu ainda não sabia!
Embora nunca me interessasse pelos textos que meus colegas liam em sala, algo preendeu mina atenção naquela hora. Alguém lia a 'Crônica sem jabuticabas', um texto banal, um cara louco por uma jabuticaba, apenas um desejo entre milhões que não são realizados todos os dias.
Após um longo período de reflexão, fui interrompida por um pedido da professora. Ela pediu para que fizéssemos uma crônica, que abordássemos um tema do nosso cotidiano, um conflito, ou uma ação vivida por mim, um amigo, um alguém.
Fui para casa pensando sobre o que contaria na minha crônica, cheguei a pedir ajuda a um amigo, mas naquele momento nada vinha a nossa cabeça.
Passado o dia, havia chegado a tão esperada hora de dormir, onde eu iria deitar em minha cama debaixo de um edredom quentinho e descansar. Ei! Mas falatava alguma coisa ainda para concluir antes, a qual havia me esquecido. Mas o que seria?!
Nada muito importante, embora necessário. Meu tempo havia acabado e eu não consegui ter uma idéia, nem ao menos uma só para começar a crônica.

Redação.