quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Quando estamos amando não medimos nossas atitudes, simplesmente queremos ser felizes, estar ao lado dessa pessoa na tentativa de sermos correspondidos.
Nada com uma bela noite de lua cheia para aflorar os sentimentos, fazendo com que esqueçamos toda a reciprocidade. E então o melhor a fazer é estufar o peito e ir em frente.
Um casal de amantes tem almas libertinas e aquilo que lhes atrai é o perigo. Uma cabana no meio da mata, um passeio a cavernas, olhares cruzados perante conhecidos, e aquela velha sensação de borboletas no estomago. Para eles nada é efêmero, tudo é eterno e terno.
O amor lhes dá asas, e seus sonhos passam a ser imortais.
O amor não é tudo, mas somente quem ama reconhece a beleza de si próprio e é capaz de enxergar a felicidade em todo lugar.



vou usar isso como redação sobre o amor. xD

Pequenos notáveis
.
Pequenas pessoas que me fazem
grande sempre que me dão um sorriso,
um abraço ou uma simples palavra.
Anjos de alma, que não têm pretensão
alguma ao se aproximarem de nós,
a não ser um pedido de brincadeira.
.
Bolas, balas, balões! Cores e refelexos.
Coisas comuns aos olhos dos adultos,
mas para elas faz toda a diferença.
E enquanto todos afirmam,
que elas não passam de pequenos frágeis.
Eu discordo! As crianças são guerreiras,
são fortes, elas ainda sobrevivem a essa
sociedade sem escrúpulos onde o que
conta é quem tem mais poder.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Olhando ao meu redor não posso ver nada
além da breve escuridão.
Os objetos silenciados, imóveis e frios.
Não me dizem nada. Nem se quer percebem que estou ali.
Colocando algumas coisas em prova,
pude ver suas verdadeiras faces.
Há tanta coisa que não existe na qual acredito.
Que já não sei se toda essa prolixidade me instrui a algo bom.
Será certo apostar todas as moedas na sorte?!
Eu que pensava estar tão distante de todos, de maneira que nunca conseguissem me atingir. Estou aqui sem chão, com vontade de chorar e ignorar todas as regras que me reprimem. Simplesmente correr para bem longe, onde não houvesse ninguém. Apenas eu e minha confusão! Jogar fora as velhas lembranças, os velhos amores, essa deplorável sensação de não ter rumo, tudo que não mais deveria me pertencer.
No fundo sei que a culpa de tudo isso é minha, que devo ser recíproca no que acredito, pois muitos não passam de "belas carinhas".
Mas a dura verdade é que só acreditamos naquilo que nos é dito alto, e dessa forma, essas palavras chegam como flechas!


pronto falei, =x

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A saudade já vai embora,
juntamente com a tristeza.
As penas que sentia, agora
apenas são leves agonias.

Sonhos, apenas me restam
aqueles da padaria.
As minhas crenças,
deixo-as bem guardadas
dentro de uma caixinha.
A minha felicidade talvez
até esteja em mim, só
ainda não a encontrei.
Meus medos só servem
para me orientar.

E entre todos estes
fico com a utopia,
que apesar de distante
sempre me consola.