quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Não desconfei de mim, eu não sei lidar com desconfiança! Minha consciência sabe o que faz. Há muitas pessoas que se dizem muito reais, mas não passam de ilusão. Eu definitivamente não sou assim, não espere mais de mim do que você vê, sente e/ou ouve. Eu gosto de liberdade, não me prendo à muitas coisas, mas procuro sempre cuidar das pessoas que estão ao meu redor. Não uso palavras bonitas ou difíceis, o que importa é que todos intendam o que digo, sem ofensas é claro. Acredito que vivo de acordo com aquilo que digo. Mas há excessões, é necessário se adaptar a alguns lugares e pessoas, por questão de sobrevivência, mas não é necessario se submeter a elas. Dizer ser realmente aquilo que se mostra é muita pretensão, e ao mesmo tempo muito clichê, afinal milhares dizem isso todos os dias. A única necessidade que tenho é provar a mim mesma que sou capaz de seguir, de acordo com minhas ideologias! Sem interferências alheias.

sábado, 17 de outubro de 2009

Se fui eu quem não arriscou, quem deixou passar, porque estou aqui me arrependendo, e porque entre tantas pessoas, é você quem não sai da minha cabeça? Fica lá dentro e atordoa?
Vem me faz um carinho, fica ao meu lado, me traz uma flor! Me enche de beijo, ouça minhas palavras, eu assumo sua estranheza e tudo mais que vier por trás desse olhar misterioso e assustador!
Eu ali te observando, entre portas e janelas na esperança de talvez me notar. Engraçado! Sua indiferença me engole, atiça meu vazio, já não seguro minhas lágrimas, é mais forte do que eu. Você é apenas um delírio meu? Não, você é real! Real aos olhos, e devaneio aos sentimentos.
Não sei o que me acontece, em meio tantas caras estranhas, tantas bebidas, nada faz diferença, pois entre cada copo você esta lá, em caras estranhas sempre nos deparamos. Meus planos são muitos, mas eu só queria te perguntar se ai tem algum espaço pra me dar! Mas pelo visto, não. Você defende ideais, mas vai contra eles. Não viver o perigo, te atraí a vivenciá-lo, e nisso não posso mudá-lo. Eu vou levando você na minha bagagem, até o momento em que não mais aguentar e te deixar na próxima estação.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Nos seus olhos nada mais vejo, seus labirintos íntimos se tornaram complexos demais para uma pessoa que sempre procurou o simples e amável.
Nossos caminhos se dissiparam a rumos diferentes.
Dos sentimentos sobrou no máximo meras emoções. Daqueles tempos de flores e abraços restam a saudade e a esperança.
Por tudo que nos aconteceu, que vivemos, que sentimos, se puder não se esqueça destas últimas palavras: ' Saiba que sempre que precisar estarei aqui, se sua sorte acabar, conte comigo, e se ninguém mais te olhar saiba que eu sempre estive aqui, você apenas esteve ocupado demais para perceber. '