Na área, um sofá, uma televisão que fala só, a que ponto cheguei, desabafar com uma caixa falante. Olho pra cima e vejo o teto, uma luz, mas não ainda a saída disso tudo. Adiante uma opção de fuga - o céu - e tem árvores no caminho, tão belo, chamativo, com satélites reluzentes a me convidar, mas sem nenhum sentimento. Não quero, não vou!
Olho pra baixo então, ao lado do meu pé, meu querido cachorro, ah querido, isso sim que é companheiro, além de ouvir as reclamações dos meus demônios interiores me incentiva a seguir. No celular nenhuma novidade, minhas costas doem. Um peso inexplicado paira sobre mim.
Tão estúpidos tem sido esses dias, que creio ter perdido minha lucidez. Durmo muito para adiar uma coisa qualquer, ou não durmo nada a espera da mesma. Que coisa é essa? Sei lá.
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ResponderExcluirParabéns pelo belo blog q promete nos trazer ótimas leituras!
ResponderExcluirA questao do entendimento fica com um carater subjetivo demais diante dessa sua descrição belíssima!
Sucesso!
Parabéns pelo blog!
ResponderExcluirAdorei tudo, seus textos maravilhosos!
To seguindo, beijos.