Acordei pela manhã, exatamente às 6 horas, e comecei a me arrumar para ir ao colégio. Tomei banho, escovei os dentes, vesti o uniforme, arrumei o cabelo e por fim calcei o tênis. Tudo indicava que as aulas seriam como sempre, monótonas, onde os professores aplicariam atividades do livro e eu não faria, porque sempre deixo para fazer em casa.
Mas quando a professora de português entrou na sala, com seus livros na mão, e nos olhou, algo me dizia que a aula teria que ser levada além, um além distante ou talvez universal, porém naquele momento eu ainda não sabia!
Embora nunca me interessasse pelos textos que meus colegas liam em sala, algo preendeu mina atenção naquela hora. Alguém lia a 'Crônica sem jabuticabas', um texto banal, um cara louco por uma jabuticaba, apenas um desejo entre milhões que não são realizados todos os dias.
Após um longo período de reflexão, fui interrompida por um pedido da professora. Ela pediu para que fizéssemos uma crônica, que abordássemos um tema do nosso cotidiano, um conflito, ou uma ação vivida por mim, um amigo, um alguém.
Fui para casa pensando sobre o que contaria na minha crônica, cheguei a pedir ajuda a um amigo, mas naquele momento nada vinha a nossa cabeça.
Passado o dia, havia chegado a tão esperada hora de dormir, onde eu iria deitar em minha cama debaixo de um edredom quentinho e descansar. Ei! Mas falatava alguma coisa ainda para concluir antes, a qual havia me esquecido. Mas o que seria?!
Nada muito importante, embora necessário. Meu tempo havia acabado e eu não consegui ter uma idéia, nem ao menos uma só para começar a crônica.
Redação.
Esse amigo que ela pediu ajuda sou EU!!!
ResponderExcluirMARA!!!
kkkkkkkkkkkk